quinta-feira, 12 de setembro de 2013

( Poemas Antigos ) Nasce um poema...

Tinta papel e caneta...
O poeta enfrenta suas feras
Para trazer a desfeche um poema...
E ele vem...
Suave, como a pétala da mais formosa rosa..
Bruto, como um diamante recém encontrado...
Alegre, feito uma criança brincando...
Triste, como a dor de um menino apaixonado...
E de letra em letra,
Sílaba em sílaba,
Palavra em palavra,
O poema vai nascendo...
Longo ou curto...
Comprido ou pequeno...
Rimando e encantando
Recente e sereno...
E o poeta, depois da árdua tarefa terminada...
Encerra sua proeza com assinatura de caneta de pena...
No canto de uma folha azulada!!!!
     Vânia Melo

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