quinta-feira, 12 de setembro de 2013

( Poemas Antigos ) Réstia de esperança

Triste como a tarde que se despede do sol..
Assim estou eu...
Assim estou só!
A água fria que toca em mim;
Me desperta para uma realidade da qual nunca percebi...
É como tentar agarrar a água com as mãos...e sempre ela fugir..
É como olhar o caminho adiante e não ter disposição a prosseguir...
É olhar pro céu pra impedir uma lágrima de cair...
É ver a tristeza chegar..
É ver a alergria fugir...
É ver o sonho terminar.
O tal do amor acabar
E aceitar que terminou!
Que o castelo encantado enfim desmoronou...
É olhar nos olhos e não sentir mais aquele calor...
É aceitar que ser iludiu, que ser enganou...
E engolir calada tamanha dor...
É querer esquecer: Momentos, lembranças, sentimentos, mudanças!!
É viver outro dia como se esse nem vivido fosse!
É olhar o horizonte, com a esperança de que o próximo por-do sol, seja melhor do que o de antes...
                       Vânia Melo
                     ( janeiro de 2000 )

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